Golpe do Novo Número: Casal que Movimentou R$ 8,5 Milhões é Suspeito de Causar Prejuízo em Morador de Goiás

Golpe do Novo Número: Casal que Movimentou R$ 8,5 Milhões é Suspeito de Causar Prejuízo em Morador de Goiás

Golpe do “Novo Número” em Goiás

Um casal foi preso após ser acusado de aplicar o golpe do novo número em moradores de Goiás, causando um prejuízo de R$ 8,5 milhões. A fraude envolve a troca de números de telefone de vítimas e o uso desses números para realizar transações bancárias fraudulentas, geralmente em nome das vítimas. O caso chamou a atenção das autoridades pela grande quantia envolvida e pela complexidade da ação criminosa.

Como o Golpe Funciona

O golpe do “novo número” ocorre quando golpistas clonam o número de telefone de uma pessoa e, em seguida, conseguem acessar suas contas bancárias. Muitas vezes, os criminosos se passam por representantes de instituições financeiras ou outros contatos confiáveis da vítima. Usando o número clonado, os golpistas conseguem alterar senhas e transferir grandes quantias sem que a vítima tenha conhecimento.

O Casal e as Investigações

O casal, identificado como Carlos Eduardo de Souza, de 38 anos, e Juliana Lima, de 35 anos, movimentou cerca de R$ 8,5 milhões por meio de contas bancárias abertas em nome de outras pessoas, utilizando a identidade e o número telefônico da vítima de forma fraudulenta. Eles foram detidos em Goiânia, após uma investigação coordenada pela Polícia Civil de Goiás, que rastreou as transações e descobriu a prática criminosa.

Prejuízo para as Vítimas

O morador de Goiás, vítima desse golpe, sofreu um prejuízo significativo ao ter sua conta bancária utilizada indevidamente. A polícia agora investiga outras possíveis vítimas que possam ter sido prejudicadas pela ação do casal, e a operadora de telefonia também foi acionada para colaborar nas investigações.

Medidas de Prevenção

Esse caso destaca a importância de tomar medidas preventivas para proteger informações pessoais e bancárias. Desconfie de mensagens ou ligações suspeitas, e, se possível, ative medidas de segurança adicionais em suas contas bancárias, como autenticação de dois fatores e bloqueio de dispositivos móveis.

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